Brisa fria que alça
em pirueta e cambalhota,
Ateia, irrompe e entorta,
dá nota à porta,
qual inda cerrada,
canta a aura
na fresta apertada.
Sinfonia afoita,
quebrantada!
Tons de pouca ciência,
rompem a sala
ornada, taciturna,
imódica, insensata.
Assusta a fleuma,
justo esta que armara,
em tempo infeliz
que sua voz calara.
Era da expiação,
maré da amargura.
Dias de solidão,
gota consternada,
badalada de dor,
na área decorada.
Brisa fria que alça
em pirueta e cambalhota…
.
.
André Oliveira
13 Comentários
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to vindo aqui dar um “brigadim” pela visita, eu vou mas vorrrto.;0)
Gostei do blog:inteligênte. Passa lá no meu!
e a foto, tb é tua?
Depois reclama que ficam te chamando de brilhante. A imagem ficou perfeita, o texto ficou sublime. Um abraco!
Valeu cara, que Nietzschie o abençôe!
Adorei essa foto! Deu até pra imaginar as piruetas e cambalhotas!
Beijos.
Querido Assolan,
mas isso deixou de ser brisa e tá com cara de vento sudoeste!
Lindo poema!!!
Foto maaaravilhosa!
beijo
ps: tá vendo que tem que vir lá da terra da Rainha alguém pra reforçar o seu adjetivo, né?
E tu ainda reclama!!!
ai ai…
Este seu template está um show de bom gosto! Muitos parabéns!
Entrei aqui através do blog da Fal e me arrepiei com a foto e a poesia, pois tinha feito uma analogia parecida a pouco tempo. Somos assim, uma camisa pendurada no varal açoitada pelo vento. Parabéns pela poesia!
André, muita coisa para eu ver aqui e essa poesia, sem palavras!!
Parabéns pelo aniversário do blogue! Beijus, Luma
Lindo!
Nossa, amigo, que lindo poema… Tava inspirado heim?
Pelos ventos… pelo amor…
Esbagaçado de amor!
beijos
Ana
http://www.mineirasuai.blogspot.com
Escreve bem, hein moço? Gostei muito!