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Conte porque calo com meu brado

contenho e transbordo
Sussurro!
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André

Para aqueles que ainda duvidam dos meus dotes caseiros, domésticos e de homem moderno (ai ai), meu cunhadón (sempre ele) além de amar e dar nome ao “ La Gran André”, que é a posição (fowler) em que alongo minha coluna bierniada, fotografou-me em uma performance a lá Cirque du Soleil, no frio de Maringá em Visconde de Mauá.

Embarco novamente pra terra das fadas essa semana, seguindo as trilhas do Circuito das Águas rumo às Terras Altas.

Dessa vez, se Deus quiser, escalo o Agulhas Negras (quase 2800 mts) saindo às 4:00 hs da manhã pra um ataque ao cume, conquista e retorno no mesmo dia.
Será que aguento????

Inté!

Sempre fui apreciador da obra do austríaco Gustav Klimt. Isso começou ainda quando pequeno porque minha mãe sempre gostou de comprar réplicas de seus quadros e espalhá-los pela casa. Até hoje ela os tem. Entrando nesse site me deparei com uma das mais belas pinturas de Klimt:

Danae.

Como sei a história toda decor resolvi publicá-la no Jerico hoje.

Lady Danae (roubada daqui)

De todos os mitos gregos, acho que poucos provocaram tanto a libido de artistas plásticos como a princesa Danae. Mesmo os puritanos de tempos passados, não resistiram à imagem da filha de Acrísio, que enclausurada em sua masmorra de bronze, foi fertilizada por Zeus. Conta a lenda de que o rei do Olimpo teria se tranformado em água dourada para chegar até Danae, que não resistiu (provavelmente ao seu físico de deus grego) e entregou-se ao pecado fazendo assim confirmar uma maldição.
O isolamento da filha foi a maneira menos cruel que o rei Acrísio achou de livrar-se do fardo que um dia um vidente lhe entregara: o presságio de que seu neto viria a matá-lo. Assim, mantendo a bela Danae longe dos olhos famintos (principalmente do próprio irmão gêmeo do rei) o pai temeroso tinha a esperança de que, sendo a filha intocada, nunca viria a dar à luz a seu carrasco.
Mas ele não contava com o tédio de Zeus que, cansado de deusas fáceis e volúveis, se encantaria pela beleza aprisionada de Danae. Ele a viu em seus sonhos, mas sabia que na torre que estava presa havia apenas uma pequena fresta de abertura para o mundo exterior. Assim, restou para o garanhão do Olimpo o trabalho de se liquefazer em gotas cor de ouro e literalmente escorrer de desejo para dentro do cárcere da moça, que o recebeu em situação nada menos do que febril.

Tai do RANCHO CARNE

Globo Online

RIO – O Gotan Project faz apresentação única no Rio de Janeiro, dia 21 de junho, no Canecão Petrobrás.O grupo vem a convite da Embaixada da França para a ” Fête de La Musique”, a terceira edição da festa em Brasília, estendendo a turnê por São Paulo (20/6 no Via Funchal) e Rio.
O Gotan Project é formado pelo trio Philippe Cohen Solal (DJ), Eduardo Makaroff (guitarra e vocal), Christoph Muller (programação eletrônica e teclados), acompanhado pelos músicos Arnaldo Zanelli (piano), Verônica Silva (vocal), Line Krusse, Maria Pujado (violinos), Lise Orivel (viola), Aude Brasseur (cello) e Juanjo Mosalini (bandoneon). O show traz estrutura completa de iluminação e projeção. Prosca Lobjoy assina as imagens em vídeo.
Gotan, inversão das sílabas de Tan-go e Project que é um projeto de três amigos, numa fresca aproximação ao tango tradicional. O DJ francês Cohen-Solal foi o fundador do grupo. Compositor, particularmente de música house, se junta ao suíço Christoph Müller, conhecido das eletrônicas sofisticadas. Em 1995 começam a trabalhar como produtores e engenheiros de som e criam a editora “Ya Basta!”. Em 1998, conhecem o guitarrista e cantor argentino Eduardo Makaroff, que vive na França desde 1990, e como Cohen-Sosal tem um passado de compositor nas áreas de cinema e televisão. Em Paris, Makaroff é o chefe de orquestra do “Club Tango de la Coupole”.
Os ingressos no Rio custam de R$ 120 a R$ 60, com poltronas do setor ímpar vendidas a R$ 20 no dia do show, limitadas a um igresso por pessoa e entrada imediata. Mais informações em www.canecao.com.br. Em São paulo, no Via Funchal, os ingressos custam entre R$ 300 e R$ 60, com informações pelo telefone 3188-4148.

Suspeito pra falar, afinal tenho cunhadón argentino, esse Jerico recomenda!

Galera caseira! Essa semana começou pra lá de imponderada e conturbada, tal mar em dias de ressaca. Entretanto veio logo após a viagem a esse lugar maravilhoso aí das fotos, e tá sendo interessante usar da energia coletada naquelas paragens, nas escaladas e subidas até a 2400 mts (Brejão) – não deu pra escalar Agulhas Negras por falta de tempo e equipamento que não levei – na musculatura dolorosa e reforçada por 3 dias de trilhas, no tombo cinematográfico na cachoeira que quase me levou pra terra dos pés juntos (mas salvei a filmadora!!!!), da estadia no Poço das Fadas, dos queridos Ana, Badá (ex-seleção de vôlei) e a fadinha Antônia, nas carnes, pizzas, trutas e doces e na companhia preguiçosa, reclamona, alegre e suada de Cláudia e de mi hermana Lucila i mi cunhadón Nicolás, que quase me mataram de comer, contudo quase feneceram nas trilhas atrás desse Jerico insano.
Volto logo, prometo!!!!
Enfim, a Serra de Itatiaia, seus picos e morros, Maringá e o Vale da Sta. Clara (onde fiquei) fizeram esse Jerico voltar ao páreo. E que venham desafios!






Saudade da minha São Salvador!!!!!!! Pra um Jerico d’Oxum, isso não poderia ser diferente. O ato de sentir a falta dos seus e de seus locais de origem. Hoje sonhei e chorei com tudo isso.

Saudades de meu Avo Edvaldo, minha vó postiça Lourdes, minha mãe preta, dos amigos antigos, das casas e conversas antigas, das ladeiras, das putas, bundas, punhetas, frutas, praias, ondas, sol, danças, frevo, afoxé, guitarra baiana, trio elétrico, Eva. E de Yemanjá, Oxum, Ogum, Senhor do Bomfim, Ladeira da Montanha, Mont Serrát, Gantois, Piatã, Itapoã, Jaguaribe, Farol e Porto da Barra, Praia do Forte, Interlagos, Busca Vida, Itacimirim, Itaparica, Solar do Unhão, Mercado Modelo, Feira de São Joaquim, Baixa do Sapateiro. E do Bahia e da Fonte Nova em dia de domingo? Pelourinho e Olodum em dia de terça feira! E Terreiro de Jesus, Ribeira, Ile Ayê, Piedade, Peri-peri, Plataforma!
E pra comer: bolinho de estudante, acarajé, coco, vatapá, caruru de 7 meninos, carangueijo, mugunzá, feijão fradinho, lambreta, tapioca, cuscuz, bolo de aipim, caldo de sururu, moqueca de arraia, cação, namorado, e aí vai e não termina…
Hummmmmmmmm!!!! Eparrê meu pai… Axé babá!… Saravá!
É d’Oxum
Gerônimo
Composição: Indisponível
Nessa cidade todo mundo é d’Oxum
Homem, menino, menina, mulher
Toda gente irradia magia
Presente na água doce
Presente na água salgada
Presente na água doce
Presente na água salgada
E toda cidade brilha
Seja tenente ou filho de pescador
Ou importante desembargador
Se der presente é tudo uma coisa só
A força que mora n’água
Não faz distinção de cor
E toda cidade é d’Oxum
É d’Oxum
É d’Oxum
Eu vou navegar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Eu vou navegar nas ondas do mar
Iá aguibá Oxum aurá olu adupé