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ESQUECI DE AVISAR QUE ESSE ERA PROVISÓRIO, ATÉ EU APRENDER USAR O TAL DO PHP NO WORDPRESS.

http://www.ideiadejerico.com/

Brisa fria que alça
em pirueta e cambalhota,
Ateia, irrompe e entorta,
dá nota à porta,
qual inda cerrada,
canta a aura
na fresta apertada.
Sinfonia afoita,
quebrantada!
Tons de pouca ciência,
rompem a sala
ornada, taciturna,
imódica, insensata.
Assusta a fleuma,
justo esta que armara,
em tempo infeliz
que sua voz calara.
Era da expiação,
maré da amargura.
Dias de solidão,
gota consternada,
badalada de dor,
na área decorada.
Brisa fria que alça
em pirueta e cambalhota…

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André Oliveira

PUTAQUEOPARIU!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
ESQUECI DO ANIVERSÁRIO DA EMILENE!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Caraca véio, erro imperdoável, esquecer do aniversário da Mi do Uh, baby!!!??? Doideira! Ainda bem que não foi ainda!
Mi, que todos os anjos te abençoem, protejam vc. a Bia e o Padu e que te mantenham essa criatura MA-GA-VI-LHO-SA E BRIOSA que tu é!!!
E QUE TENHA FESTÁÁÁA NA CALIFÓRNIA!!!!
Beijo imenso desse Jerico que te adora! Antecipado, é claro!
Sei que tu vai ficar MAIS VÉIA, MAIS ACABADA, mas tu merece fiota!
Mas vem cá… Qdo É seu aniversário mesmo?????
wawawawawawaawa
hahahahahahaha
HI HIIIII!

Para Ana Cláudia, minha mulher

Preciso conceber o que se revela
Por trás desse conjunto de aquarela diáfana.
Esse que expulsa suas cores que pulsam.
Gradações, quadros de pueril alma.

Posso!
Afundar sem o que respirar,
Acometer sem ter o que me socorrer.
Doer-me só para choramingar
Inda assim não a apreenderei.
Inda assim não a moverei.

Posso sim!
Assoviar a brisa
Assoprar a melodia
Abraçar o intangível
Abarcar o planeta.

Mas quero ser pingo
Mera gota de tinta
Na ponta do pincel
Com que colore sua vida

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..André

Essa eu resgatei do início do Jerico especialmente pra Julio, Selma, Nicolás e Lucila, que curtem o frio de Buenos Aires comendo goiabada cascão, doce de leite, biscoito de nata e tomando café Bocaina, mel e pinga que mandei de presente, comprados na Padaria Rainha e devidamente embalados pelo amigo Natan.

Um brasileiro entra na policia em plena Caxias do Sul e dirige-se ao xerife:- Vim entregar-me, cometi um crime e desde então não consigo viver em paz.- Meu senhor, as leis aqui são muito severas e são cumpridas e se o senhor é mesmo culpado não haverá apelação nem dor de consciência que o livre da cadeia!- Atropelei um argentino na estrada ao sul de Caxias.- Ora meu amigo, como o senhor pode se culpar se estes argentinos atravessam as ruas e as estradas a todo o momento ?- Mas ele estava no acostamento.- Se estava no acostamento é porque queria atravessar, se não fosse o senhor seria outro qualquer.- Mas não tive nem a hombridade de avisar a família daquele homem, sou um crápula !- Meu amigo, se o senhor tivesse avisado haveria manifestação, repúdio popular , passeata, repressão, pancadaria e morreria muito mais gente, acho o senhor um pacifista, merece uma estátua.- Eu enterrei o pobre homem ali mesmo, na beira da estrada.- O senhor é um grande humanista, enterrar um argentino, é um benfeitor, outro qualquer o abandonaria ali mesmo para ser comido por urubús e outros animais, provavelmente até hienas.- Mas enquanto eu o enterrava, ele gritava : Estoy vivo, estoy vivo- Tudo mentira, esses argentinos mentem muito.

Agosto
Mês do cachorro louco
2 anos do Idéia de Jerico
Só podia ser nesse mês!

O frio não é novidade nesse sábado. A novidade é esse corpo mole anunciando um resfriado. Como amanhã é dia da trilha do Jerico me resguardo no calor daqui de casa. Deitado no meu batcolchonete de alongar coluna, com as pernas esticadas e pra cima, com o laptop no colo, fone de ouvido, foi que montei uma playlist pra lá de eclética. Lembrei-me daquele programa da Rádio Bandeirantes, que rolava em todo Brasil, sábado, depois da meia noite. São Paulo by night, Salvador by night e era by night em tudo que era cidade. O Jerico tb fez sua “by night”. Espero que gostem.

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A vida em São Paulo proporciona preciosidadades, que somente quando fora já estamos é que nos damos conta. A coisa cultural, definitivamente, é com certeza o grande atributo da cidade.

Cresci na Vila Mariana, mais precisamente na Rua Padre Machado. Minha rua é travessa da Domingos de Moraes, aonde está instalado há mais de um século o Colégio Arquidiocesano de São Paulo, onde estudei e tive educação católica apostólica romana, garantida pelos padres rígidos, austeros e que veneravam o exercício medieval do puxar de orelhas. Marista, o Arqui não pecava pela qualidade da formação cultural de seus mais de 3.000 alunos. Tínhamos teatro, cinema, dança, música, fanfarra e até coral, além, obviamente do catecismo deliciooooso do Irmão Segismundo (muitas vezes em latiiiiiiim). Fui expulso 2 vezes! Pudera, o homem marcava as aulas para as 7:00h de domingo e antes da missa, a qual éramos obrigados a ir. Perdia ponto quem não freqüentava. Sério!

Lembro de ter encenado de Shakespeare a Saint Exupéry nas peças de fim de ano. Fiz música e aprendi instrumentos de sopro e percussão, como o xilofone e marimba. Até hoje arrisco minha flauta doce para desespero do povo lá de casa, que não tem ouvidos tão apurados como o meu.

A Padre Machado ficava a 4 quarteirões do Museu Lasar Segall, que de tanto minha mãe nos fazer freqüentar,eu sabia toda sua história, conhecia toda sua obra exposta e um dia cheguei até a achar que o homem era meu tio.

Toda semana tinha uma programação diferente e minha mãe amava a cinemacoteca do museu, principalmente os filmes italianos. Devo ter visto umas 20 vezes a película “Dio come ti amo!”, acabei por decorar a letra e cantava a música melhor que Gigliola Cinqueti. O filme, de direção de Miguel Iglesias, derretia pela tela da sala junto com as lágrimas convulsivas de minha mãe. Fiquei encantado, como sou até hoje, com os grandes diretores italianos. E os filmes franceses? “Vivre sa vie” e “Pierrot le fou” de Godard, eram muito pra um menino de 10 anos, mas vai dizer isso pra Dona Edivaldina, que sempre fez Aliança Francesa pra se sentir mais perto da França, que por sinal ficava há duas quadras de casa. Não França, a Aliança – na Altino Arantes. Foi na cinemacoteca, dessa forma, que me apaixonei por um doido chamado Glauber Rocha e suas terras em transe. Identifiquei-me com o cara, sabeseládeusporque? Freqüentávamos, do mesmo modo, os saraus de sábado do museu onde conheci a poesia, a prosa e uma tal de Lispector, um outro Vinícius, o Pessoa, um tal de Assis, assim como outros.

A nossa disposição tínhamos a biblioteca do bairro e a do colégio. Minha mãe é professora de Português e Literatura, aí já viu né? Livros temos aos montes e lá em casa chegamos a ter uma biblioteca invejável, que hoje está guardada a sete chaves na casa de minha mãe. Não empresta, não dá e não vende. Ela abre concessão para que possamos pegar UM, somente um, mediante deliberações extenuantes e muitas vezes convincentes à negativa da retirada do livro. E se demora pra devolver ela vai na casa do filho buscar. Foi nessa biblioteca que peguei gosto pelos filósofos e por Kafka. Todos os filósofos e todas as obras de Kafka estão lá.
Naturalmente me apaixonei pela música popular brasileira, seus grandes nomes e clássicos. Uma doce herança de minha mãe, que fazia questão de religiosamente colocar MPB como música de fundo em nossa casa desde que me entendo por gente. Acho que era a única forma dela protestar contra a ditadura, cantando as músicas que tinham de alguma forma um cunho de protesto. Quando digo pra minhas filhas que ouvia MPB na vitrola de casa e na rádio do mesmo jeito que elas ouvem Black Eyed Peas e essas merdas que tocam nas Jovens Pan da vida, e que não saia da frente da TV e ainda fazia torcida uniformizada em época dos grandes festivais de MPB, elas não acreditam, zombam e dão risada desse velho pai que precisa de “upgrade”.
Já meu pai era aficionado, como é até hoje, pela música clássica que aprendeu a gostar no seminário. Essa eu fui forçado a gostar, mas depois de muita doutrina imperiosa aliada a sedutora história dos mestres, que gostava de ouvir. Fora isso, tinha a ladaínha ateísta do velho. Uma contradição não é? Estudava em colégio católico e com um pai ateu. Resultado: lá em casa só minha mãe é católica.

Bem perto, na Paulista, passeavámos sempre no MASP, até porque, Dr. Carlos, o oftamologista que operou meus 3 irmãos da vista por conta do estrabismo, tinha consultório na Peixoto Gomide, coladinho. Achava aquele prédio despropositado, sem nexo. Chamava de caixa de fósforo.

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Moramos muito tempo também em Moema, numa travessa da Maracatins, ao lado do Parque Ibirapuera. Só naquelas paragens tínhamos o MAM (Museu de Arte Moderna), a Bienal e o Planetário. Íamos a pé e adorávamos quando nossa mãe deixava que fôssemos patinando por dentro do “Ibira”. Invariavelmente tinha milho verde, garapa e algodão doce na volta. Ever!
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O TUCA, o Teatro Universitário da Universidade Católica, ficava longe de casa, em Perdizes, mas nada que um bom táxi não vencia. E acho que pelo menos 2 vezes por mês assistíamos a uma peça teatral. “Saltimbancos”, “Os Miseráveis”, “Corujinhas”, “Morte e Vida Severina” foram alguns dos tantos espetáculos que assistimos no Tuca. E como minha mãe não tinha com quem nos deixar a noite, ficou amiga do porteiro, que até me deixava entrar sobre olhares sisudos, e assistir peças proibidas para uma criança como as de Nelson Rodrigues! Além de poder ver de perto os shows de Chico, Caetano, Toquinho entre outros. Em 84 o TUCA sofreu 2 incêndios, que lembro muito bem.

Enfim, aquilo pra mim era tudo normal, trivial, fazia parte do cotidiano e às vezes até enchia o saco. Pensa bem, ficar de saco cheio disso tudo é até sacrilégio, não?

Pensando bem, não é que Dona Dina soube dar mesmo uma boa educação cultural para seus 4 filhos? Depois dizem que sou saudosista.

Ah! Sem esquecer que tínhamos na TV a Vila Sésamo e Daniel Azulay.

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Minhas lembranças de infância me remetem, até de forma prodiga, a imagens do ano de 1972 no bairro da Graça em Salvador. Lembro-me de uma escadaria que amava subir em dias de chuva e contra a enxurrada, com meu pai segurando minha fralda pela bunda enquanto eu cantava: “ti-tá titatá, ti-tá titatá… Lembro-me perfeitamente disso, como se fosse hoje. Como lembro de minha prima Mônica vestida de baiana, de meu avô Edvaldo me levando pra nadar, de meu tio Dilsinho e sua cerveja, meu tio Raimundão, minha tia e escritora Eneida Leal , sempre a me ensinar besteiras , os meninos de Dona Rosa e Seu Aristídes, da praia da Barra, do picolé de manga e de umbu, de minha mãe “sempre rindo e sempre cantado… na base da vã valentia” (como já cantava Gil) e da casa sempre cheia. Éramos muito simples, pobres, extremamente felizes. Mas vivíamos sobre a égide de uma possibilidade que transtornava a casa: O “se”!.

E se descobrissem que meu pai vivia clandestino após ter sido membro atuante do PCB? Se descobrissem que meu pai era ligado a pessoas como Wladimir Pomar e João Amazonas? Que seu irmão, meu tio Joaquim e sua esposa, transmitiam um programa radialístico do Partidão de uma transmissor de AM da Albânia para os rádios no Brasil? Se percebessem que foi ele umas das pessoas que fez treinamento de tática de guerrilha na China e na Rússia? E que foi meu pai o portador de muito dinheiro, trazido da China pela Europa (ficou escondido por meses em Paris), para financiar as operações de guerrilha no Araguaia, onde depois de voltar se refugiou e quase morreu? E se descobrissem que naquela época ele usava o codinome Rafael? E se descobrissem que ele sobreviveu ao Massacre do Araguaia e que foi pra Salvador liderar movimentos estudantis, onde conheceu minha mãe, uma simples e bela estudante de letras da Universidade Federal? E se descobrissem que tudo isso gerou um primogênito, André, e dois anos depois os gêmeos: Guido e Mauro?

Pois descobriram!
Após torturar e matar uma colega em Fortaleza, todos os companheiros da moça foram descobertos, inclusive meu pai. Um anjo enviou um aviso. E das minhas lembranças eu só tenho a imagem do desespero e medo de quem abandona seu lar correndo e deixa pra trás bens, família, amigos, profissão, e uma linda história de uma família que tinha acabado de ser constituída. Lembro do frio, até hoje sinto muito frio. Fugimos pra São Paulo, onde vivia a família de meu pai, com a roupa do corpo. Vocês devem imaginar como são as roupas do corpo de uma criança em pleno verão de Salvador. Eu tinha quase 3 anos e os gêmeos alguns meses. Conhecemos no percurso pra grande cidade a fome, o frio e o pavor. Meu pai conseguiu no ônibus alguns cobertores para nos aquecer e comida. Foram 30 inacabáveis horas de estrada.
Enquanto isso meu tio, um jovem estudante de administração, era torturado em lugar de meu pai em Salvador. Ele nunca contou nada.
Em São Paulo, documentos falsos foram providenciados por amigos. Documentos que atestavam o nosso rompimento com o nosso passado soteropolitano. A partir daquela data passamos a ser uma família que tinha vindo do Rio de Janeiro. Meu pai continuava a ser o clandestino Rafael, minha mãe se tornou uma moça de Tres Rios-RJ, eu havia nascido na capital do Rio de Janeiro e os gêmeos em São Paulo (nossos documentos atestam até hoje esse embuste necessário).
Crescemos assim, eu e meus irmãos, acreditando que nossa vida começou desse jeito: num rompante de desespero. Nossos pais nunca contaram nada para nós, nem podiam, porque poderíamos dar com a língua nos dentes. Então sempre acreditamos que éramos uma família feliz, comum, simples e cheia de princípios, cultura, mas com um vazio indecifrável para crianças sem origem. Crescemos achando que não possuíamos família do lado materno, que ficou em Salvador. Engraçado é que achávamos aquela coisa toda completamente normal. A única coisa que não entendia era o porquê de tanto medo, esse que vimos por anos estampados nos rostos de nossos pais. Juntamente com o medo havia a desconfiança, a insegurança, o pânico, a tristeza contida, agonias que deixaram cicatrizes pra vida toda.
Em 1978, foi fundado no Rio de Janeiro o Comitê Brasileiro pela Anistia – uma ampla frente de várias entidades da sociedade civil, com sede na Associação Brasileira de Imprensa.
Diante desses movimentos, o governo encaminhou ao Congresso o seu projeto, em junho de 1979. Antes, ele já havia rejeitado a proposta do partido de oposição MDB, que previa a anistia ampla, geral e irrestrita. O projeto governista atendia apenas parte do apelo nacional, porque excluía os condenados por terrorismo e favorecia os militares, incluindo os responsáveis pelas práticas de tortura. No dia da votação, em Brasília, cerca de três mil pessoas participavam de um ato público pela anistia irrestrita. Dentro do Congresso Nacional, as galerias eram tomadas pelos populares que vaiavam cada discurso dos representantes da Arena – partido do governo. Por 206 votos contra 201, foi aprovada a anistia “aos crimes políticos praticados por motivação política.”
Acordei num dia normal, pronto pra fazer minha lição de casa. Tinha 9 anos de idade. Minha mãe chorava e berrava de alegria, com minha irmã Lucila no colo. Meu pai chegou com meu tio e se abraçaram longamente. Não entendi nada! Vários telefonemas pipocaram a todo instante e me puseram pra falar com um monte de gente que diziam ser meus tios, avôs, primos, madrinha, padrinho. Com os dias foram chegando cartas com fotos, quadros, imagens, lembranças a serem reconstituídas de um zero.
Ganhei com a anistia uma nova realidade, uma nova vida. O que o Brasil ainda não entendeu é que não só os perseguidos políticos foram anistiados, mas seus filhos e mulheres também, pois mesmo não tendo feito parte de nenhum movimento, éramos filhos da ditadura, do medo, e estávamos sendo libertados. Mas já era tarde, porque o medo já havia se instalado em nós como parte integrante de nosso ser.
Em pouco tempo já intui minha real naturalidade baiana, sem que meus pais me dissessem nada. Em dezembro de 1979 aportamos no aeroporto 2 de julho em Salvador, num vôo da Cruzeiro do Sul saído de Congonhas onde mais de 30 pessoas que não conhecia nos esperavam em festa e lágrimas. Eram eles, os nossos!
Na Vista Maré, de frente para os Alagados, em casa de meu avô, foi dita a frase que deu início a minha nova vida: “Meu neto, agora você está em casa”. Um cervejada regada a moqueca de arraia, muito riso, choro, MPB, selou o início do que deveria ser um tempo de paz e liberdade.
Em 28 de agosto, Figueiredo sancionou a Lei nº 6.683, de iniciativa do governo e aprovada pelo Congresso, anistiando todos os cidadãos punidos por atos de exceção desde 9 de abril de 1964, data da edição do AI-1. O benefício atingiu estudantes, professores e cientistas afastados das instituições de ensino e pesquisa nos anos anteriores. Entretanto, o reaproveitamento de servidores civis e militares ficou subordinado à decisão de comissões especiais criadas no âmbito dos respectivos ministérios para estudar cada caso.
Outra restrição dizia respeito às pessoas condenadas pelos chamados “crimes de sangue”, atos terroristas cometidos no período em que grupos de esquerda usaram a luta armada para combater o regime militar. Segundo o Superior Tribunal Militar (STM), havia então 52 presos políticos, dos quais 17 foram imediatamente libertados e 35 permaneceram à espera de uma análise mais demorada dos seus processos. Entre presos, cassados, banidos, exilados ou simplesmente destituídos dos seus empregos, a Lei de Anistia beneficiou 4.650 pessoas, entre as quais os ex-governadores Leonel Brizola e Miguel Arraes, e os ex-líderes estudantis Vladimir Palmeira e José Dirceu.
Por tudo isso o Idéia de Jerico se reserva ao direito de todo ano, durante os meses de junho a agosto (meses de votação, aprovação e promulgação da Lei de Anistia), para lembrar dessa página de nossa história.

Penso alegremente que um dia já chamei meu pai de “paínho” e minha mãe de “maínha”. Com a criação paulistana misturada com a de Minas, que me adotou na adolescência, perdi também meu sotaque, assim como minha naturalidade legal, já que minha identidade me aponta como um legítimo carioca. Deus e meu avô sabem que sempre serei um bom, orgulhoso e saudoso soteropolitano.

Fonte consultada: O Estado de São Paulo Viagem digital pelo século XX Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil – CPDOC
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Esse texto e essa música são dedicados aos meus pais, irmãos, a toda minha família que vive em Salvador, aos que aqui já não mais estão, aos amigos da família que torturados foram e aos que feneceram nos porões da ditadura. E àqueles que tiveram suas vidas modificadas por uma página vergonhosa de nossa história e que também, como eu, de certa forma foram anistiados.

4:30h – Um Jerico pra lá e pra cá.

4:45h – Reza um Pai Nosso
5:00h – Finge que dorme pra ver se acredita
5:10h – Porque o sol não poderia vir mais cedo? Tá um puta frio!
5:20h – Ai se eu tivesse uma metralhadora!!!!!!!!
5:30h – “Bom dia amigos… bom dia irmãos…dê um sorriso e cante essa canção” – Pra puta que o pariu!!!!
Eis um Jerico de pé!!
5:45h – Umphey´s Mc´gee pra acordar a vizinhança e um PUTA café
6:00h – Cagadinha básica, ou pelo menos tentativa básica – “aumenta a dose da linhaça!”
6:15h – sem cagadinha vamos ao pilates no fundo de casa, daqui, de onde escrevo. Antes parada no computer.
Bom dia!!!!!!!!!!!!!!!!! Acorrrrrrrrrrrrrda!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Conforme prometido, nasce mais um blog, que contará as peripécias de um Castejon na Europa

Vivemos num Brasil que tem a habilidade de coexistir com seus brasis de facetas distintas. Nesse pedaço de chão, que ainda por pirraça teima em continuar ser latifúndio da inópia, mesmo fazendo cara de paisagem e vestindo roupa usada dos países desenvolvidos, encontramos uma diversidade elogiável de realidades dissimuladas que engana céticos e pragmáticos.

O brasileiro, até por uma questão cultural, não entende que o que ele vê numa ala nobre de um shopping chique em São Paulo ou numa mansão de novela da Rede Globo, é universalmente incabível perante os olhos do palpável e tolerável, em pleno século 21, nesse país que convive com uma doentia desigualdade e extrema concentração de renda, aliado aos “progressos” políticos, comparados somente a Cuba e Venezuela. São incoerências paradigmáticas que já foram absorvidas pela nossa forma bizarra de conciliar a desgraça com a maravilha. E êita que pra isso nós somos campeões!

Por isso vivemos encaixados em brasis de 1º, 2º, 3º, 4º e 5º mundo. Nosso digníssimo e seu séquito, que são do 5º mundo, não por suas ascendências culturais, mas por crônico comportamento venal, patrocinam ainda mais tais discrepâncias. O presidente peca por sua supressão administrativa e inadmissível desconhecimento dos problemas de seus brasis e suas instituições. Além da recorrente cegueira que lhe acomete perante as mazelas do executivo, tais como as que assolam os órgãos responsáveis pela operacionalização da aviação civil nesse país.

Ontem quase 200 pessoas pegaram fogo, viraram cinzas dentro de um forno de 1000 graus, porque uma das pistas do aeroporto mais movimentado de um de nossos brasis, o dito de 1º mundo, mais uma vez, não ofereceu a devida segurança aos seus aviões e cidadãos.

Crônica da tragédia anunciada? Não é assim que funcionam as coisas aqui? Todo mundo sabe da zorra mas joga debaixo do tapete?

Aquelas chamas mostravam a cara, o berro e o desespero de todos os nossos brasis: dos de 1º ao de 5º mundo. Até quando precisaremos ver queimar os nossos para ter um único e decente Brasil? Até quando?

Esse texto foi providencialmente encomendado ao amigo e ex-colega de ginásio Tadeu Gomes. Essas linhas já estavam aqui me cutucando desde junho, quando por e-mail recebi a encomenda com um certo atraso por conta das provas do “porquinho” (lembrei do apelido!!!!!). Domingo, o tempero e o sabor do Tadeu e de seu restaurante Tulha me avivaram a fome por letras diferentes. Valeu Tadeuzin! Apesar de você, pecaminosamente, ter “burlado o tema proposto” eis seu texto no Jerico.

Por onde começar? Pelo princípio com certeza.

Segundo o mestre Aurélio, o verbete princípio tem por significado “Dar princípio a; começar, iniciar”, ou seja, aquela motivação primeira ou o nosso ponto de partida. Vamos dar princípio então a este pensar, que não quer de maneira alguma ser o ultimo, e sim, o princípio de uma conversa no encontrar de outros pensares.
Hoje nas rodas de botequim muito se fala da falta de princípio dos governantes, dos poderes constituídos, dos lideres políticos, dos lideres comunitários, dos chefes de setores, dos colegas de serviço, da humanidade etc.
Quando falamos deste modo de certa forma expressamos uma verdade: os seres humanos na sua grande maioria se esqueceram de sua instância primeira, originária e propulsora. Alguns se arriscam a denominá-la e a chamam de Deus, Alá, Olorum, Shiva, Tao e outros tantos nomes pelo qual tentam definir o Sagrado. Todos estes nomes trazem consigo um capital cultural riquíssimo de comunidade, ética, moral, esperança, caritas e eros que se entrelaçam para nortear o ser humano.
Quando ignoramos ou rejeitamos nossa Origem, corremos o risco de nos esvaziarmos destes valores indispensáveis a vivencia e sobrevivência do ser humano.
Se assim procedemos então o que nos impulsiona? Que valores defendemos e comunicamos com nossos atos concretos? De que modo nós efetivamos este capital?
Parece-me que o que nos move é a idéia neoliberal de que precisamos obter o máximo investindo sempre o mínimo. È a política do lucro fácil e do lucro extremo.
Não pensemos nós que esta política se dá somente entre os grandes empresários e os grandes políticos. A lei do menor esforço prevalece nas organizações de base.
A família delega a educação dos filhos à escola sob o argumento que os impostos pagos devem garantir o ensino de seus filhos. O que as move? Mais fácil que educar o filho é pagar para que alguém o faça. Melhor que despender a maioria de meu tempo para educá-los é converter “x” horas do meu tempo de trabalho em moeda para que alguém o faça.
A escola adotou desde a muito a idéia capitalista dos resultados, das notas, dos números. O que conta é a conta. O ensino foi contabilizado. Temos metas de aprovação que deverão ser cumpridas. O não cumprimento põe sob suspeita a escola, o município, o estado, o pais. Os bancos mundiais contabilizam estes números para os empréstimos.
Se os resultados do exame não são suficientes para aprovar o aluno, não nos cabe mudar os métodos e sim complementar os números. Podemos trocar pontos na média por trabalhos recortados na internet. Podemos promover a Semana do Verde onde quem plantar (ou comprar ) um pequeno vaso de flor e entrega-lo a professora “X” recebe um abono na média final. Enfim com pouco esforço salvamos a nota, a escola, o município, o estado, o país, o empréstimo junto ao banco mundial e é claro os nossos empregos.
O aluno assimila como ninguém este modelo. Aprende desde cedo os atalhos para um boletim aceitável. O modelo de resultados apresentado pelas escolas o acompanha até o nível superior de sua formação de tal modo que, quando do seu ingresso na faculdade, ele já está apto a pedir que alguém assine a lista de presença para justificar a sua falta, colar o suficiente para garantir a nota de aprovação, comprar o trabalho de conclusão de curso ou a monografia e aqueles mais aplicados conseguem até mesmo negociar com alguém mais influente um bom cargo sem que seja preciso passar em algum concurso chato e extenuante. O que vale é o resultado. O que conta é o diploma. Por que perder tempo e esforço buscando formação? Aprenderam lá atrás com seus pais e mestres que sempre existe uma saída mais confortável.
O que dizer de nossos governantes? _Fulano é corrupto. _O partido “B” rouba menos que o partido “A”._ Nosso candidato recebeu uma verba de campanha “gratuita, totalmente sem interesses” de uma grande empreiteira para facilitar sua campanha à eleição deste ano. Com este dinheiro podemos financiar um grande “showmício” que vai nos poupar o trabalho de ficar explicando nosso plano de governo.
O nosso país se prostitui em berço esplendido. Nós ao invés de convertê-lo, nos empenhando em mostrar uma outra realidade possível, nos deitamos com ele. Nossa religião alcançou a mídia e absorveu dela o gosto pelo espetáculo, pelo show e a excessiva preocupação pelos números do ibope. O que os move? O que nos move? Em que nos baseamos? Quais os nossos princípios? Como converter nossas repulsas por estes quadros em atitudes concretas de reestruturação de nós mesmos, dos outros e da casa comum? Como cristão vou arriscar algumas dicas.
“Tira primeiro a trave que esta em seu olho. Evite a porta estreita. Se quiser ser o primeiro ponha-se a servir os demais. Busque primeiro construir um reino onde todos tenham vida e a tenham em abundancia. Lembremos-nos sempre Daquele que é nossa razão primeira e nossa meta derradeira. Ame-mos sempre como aquele que nos amou desde o princípio”.


Rubens Valeriano, menino de família extremamente humilde de Monte Santo de Minas, se destacava com sua magrela velha de 18 marchas frente aos colegas com bikes importadas. Na época eu deveria ter meus 26 anos e iniciava minha carreira como adepto do Mountain Bike e fanático pelas trilhas. Não existia competições, somente as trilhas de fim de semana onde dezenas de ciclistas se reuniam pra enfrentar os morros e estradas da região e voltar cheio de tombos e cicatrizes. Eu era um deles, que sempre caía, machucava e estragava minha bike invocada. Era um do que sempre comeram poeira do querido Rubinho, que já naquela época voava com os pedais. O cara sempre foi um fenômeno! Era a disciplina, força e garra em pessoa.

Quase sempre sem patrocínio (que hj. é dado por uma das melhores equipes do Brasil e pela Prefeitura), apoio ou subsídio, o servente de pedreiro Rubinho se acostumou com o pódio em todas as corridas que participou nos diversos cantos desse Brasil e até no exterior. Hoje o esforço do nosso parceiro de trilhas e 2° no ranking nacional foi compensado.

Valeu Rubinho!!!!!!

Te esperamos em casa véio!!!

E anda! “Soca, soca, soca, soca!!!!!!!!”

GloboEsporte.com > Pan2007 > Moutain Bike – NOTÍCIAS – Rubens Valeriano ganha prata para o Brasil:

“O Brasil conquistou mais uma medalha de prata neste sábado. O ciclista Rubens Valeriano chegou em segundo lugar na prova de mountain bike masculina, disputada no Morro do Outeiro, Zona Oeste do Rio. Aos gritos da torcida, o atleta mineiro cruzou a linha de chegada, comemorando bastante. Ele tirou as mãos do guidão e jogou a garrafa para o público.
- Não esperava conquistar a prata. Arranquei atrás do americano na primeira volta e consegui manter o ritmo. Infelizmente não deu para ultrapassá-lo, mas fico feliz com o segundo lugar e também, com o resultado do Ricardo – declara Rubens que ficou 1m47s atrás do primeiro colocado.
O americano Adam Craig confirmou o favoritismo e venceu a prova, com o tempo extra oficial de 2h5m20s. O bronze ficou com o argentino Alejandro Gasco.
O outro brasuca na prova, Ricardo Pscheidt, não conseguiu manter a terceira colocação, posição conquistada na quarta volta. Na penúltima, no trecho da subida para o morro, Ricardo foi ultrapassado pelo mexicano Ignácio Torres e por Gasco. Ele perdeu ainda mais tempo ao bater na traseira do argentino e terminou a prova na quinta colocação.”

Clique e veja Rubinho no SPORTV

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Veja matéria completa no Jornal Nacional (14/07)

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Essa moça da foto é a caçula lá de casa. Somos em 4 irmãos: eu sou o mais velho, os gêmeos Guido e Mauro vem depois e Lucila é a derradeira. A vida dessa moça não foi das mais fáceis não, e o fato de que ela era saco de pancada dos trogloditas dos queridos e amados irmãos torna-se um mero detalhe perto dos perrengues que essa doida já atravessou.
Conhece uma pessoa pra lá de especial, preocupada, solícita, simpática e de excessiva circunspecção da palavra família, na sua mais bela e ampla interpretação? Essa é Lucila.
Canceriana, forte, brava, guerreira, amiga, amorosa, tenho o imenso prazer de chamá-la de “Minha Irmã”, e me derreto quando ele me chama de “brother” ou “Deco”, com um certo respeito ao tonto do irmão mais velho e com uma entonação que exige deferência.
Hoje é dia dela! Cheio de brilho como ela!
Parabéns minha irmã! Impossível não te amar, coisa que fazemos de forma leviana e sem sua permissão.
Abraços no Nico!

Aportaram no domingo no Vale da Sta. Clara, em Visconde de Mauá, minhas tias Lúcia, Carlota e Viridiana, enquanto eu e Cláudia nos desdobrávamos na longa trilha do Alcantilado, numa luta medrosa e corrida contra o tempo, que faz o sol se por às 17:30 atrás das montanhas, causando uma queda brusca de temperatura que nos pegaria desagasalhados e famintos.

Trouxeram na mochila, ou melhor, malas e malas, amor, carinhos de tias, muuuuuuuuuuuita comida, cerveja, vinho do Porto, chocolates, doces, ovo frito, e ainda uma aniversariante que nos patrocinou um churras argentino comandado pelo cunhadón. A aniversariante era a Tia Viridiana, a placidez em pessoa.

Nós viemos embora, elas ficaram. Beijos moças! Juízo aí!!!

Ensimesmado é o tempo
Que pergunta ao momento
Do tempo que o tempo tem
Pra eternizar o sempre

Eternidade é um todo
Que abraça o tempo de tudo
E todo eterno sobrevive
Ao tempo todo abraçado

Divindade é a vida
Cara metade do todo
Tempo divino do sempre
Momento do abraço eterno

.
André

Para Cláudia
(escrito em papel quadriculado rasgado do caderno de Nicolás)

Aportaram no domingo no Vale da Sta. Clara, em Visconde de Mauá, minhas tias Lúcia, Carlota e Viridiana, enquanto eu e Cláudia nos desdobrávamos na longa trilha do Alcantilado, numa luta medrosa e corrida contra o tempo, que faz o sol se por às 17:30 atrás das montanhas, causando uma queda brusca de temperatura que nos pegaria desagasalhados e famintos.

Trouxeram na mochila, ou melhor, malas e malas, amor, carinhos de tias, muuuuuuuuuuuita comida, cerveja, vinho do Porto, chocolates, doces, ovo frito, e ainda uma aniversariante que nos patrocinou um churras argentino comandado pelo cunhadón. A aniversariante era a Tia Viridiana, a placidez em pessoa.

Nós viemos embora, elas ficaram. Beijos moças! Juízo aí!!!

Ensimesmado é o tempo
Que pergunta ao momento
Do tempo que o tempo tem
Pra eternizar o sempre

Eternidade é um todo
Que abraça o tempo de tudo
E todo eterno sobrevive
Ao tempo todo abraçado

Divindade é a vida
Cara metade do todo
Tempo divino do sempre
Momento do abraço eterno

.
André

Para Cláudia
(escrito em papel quadriculado rasgado do caderno de Nicolás)

Voltei!!! Quebrado, dolorido, cansado, queimado, ressecado do frio e cheirando a cinzas de lenha queimada, mas feliz da vida! Saldo de um joelho fudido, minhas hérnias apitando, meu “asiático” querendo voltar as paradas de sucesso, mais de 80km de trekking, 1100 km de asfalto, 31.500 curvas pra direita, 29.800 pra esquerda. Chocolates, chocolates e mais chocolates. 2 tortas de framboesa da Cristina de Maringá/RJ. Trutas e trutas e algumas frutas. 3 graus de frio a noite… lenha, lenha, lenha… fogo, fogo, fogo… frio, frio, frio.

O guia que iria me levar ao cume do Agulhas Negras me deu o cano, contudo acabei escalando 2 outros locais, só de raiva!

Mariana, minha filha, acompanhou o pai Jerico, doido, numa escalada de 1100 mts até Alto dos Brejos, que fica a 2500 mts do nível do mar – sem pestanejar, a danada – e curtiu o visú ao lado do véio. Inesquecível!

Ficam as imagens e as lembranças das maravilhas como: a lua cheia e certeira em seu nascer atrás das montanhas de araucárias (20:10), 6:00 da manhã com geada, névoa e nuvens a cobrir tudo que está abaixo de 1500 mts, as trilhas e subidas infinitas, e vigor muscular, dor, alegria, paz e pacotes com pacotes de renovação.

Ah! Volto dia 17. Ai minha grana!







Fotos tiradas de 29/06 a 2/07 de:

- Escaladas ao Alto dos Brejos (2500 mts), Alcantilado, Serra Selada (1800 mts).
- Trilhas do Alcantilado, Sta. Clara, Santuário.
- Cachoeiras Sta Clara, Alcantilado, Santuário.
- Maringá/RJ e Maringá/MG
- Pq. Nacional Itatiaia e Agulhas Negras

Verdade, assumo! Não consegui ficar mais que 2 semanas longe das terras altas e do frio de Itatiaia. Programei-me voltar pro Poço das Fadas, no Vale da Sta clara em Maringá, tão logo desarrumei minhas malas há 2 semanas. Visconde de Mauá e as lindas e aconchegantes vilas (Maringá/MG, Maringá/RJ e Maromba) que a cercam é realmente algo dos céus, não só pela proximidade, mas pelo maravilhoso ar e sintonia das pessoas que lá vivem. São pessoas simples, cada uma com sua história, com sua caminhada que fazem questão de contar e que acabaram por levá-los a trocar tudo pra viver entre os picos e aos pés das Agulhas Negras.

A amizade com Ana, Badá e a fadinha Antônia foi com certeza um fator decisor. São pessoas que sentem prazer em servir e distribuir sorrisos e simpatia. Com sotaque carioca, diga-se de passagem. Badá foi prata em Los Angeles pela seleção masculina de volei em 84, ao lado de Bernardinho, Bernard, Willian, Renan, Montanaro e Cia Ltda.